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A Traição de Alexandre ao Programa da Chapa Vencedora

Relato cronológico de Oscar sobre os acontecimentos posteriores às eleições de 2008 no Condomínio Ecológico Parque do Mirante.

A Traição de Alexandre

Cronologia de uma divergência administrativa

Naquele período, eu enfrentava uma doença grave, considerada de difícil tratamento, pois apenas uma parte dos pacientes tratados obtinha a cura.

Mesmo assim, não saí falando sobre a doença para ninguém, não procurei me colocar como vítima, não pedi ajuda e não importunei a comunidade por causa disso.

Ainda assim, na minha visão, algumas pessoas passaram a tratar outros personagens dessa história como vítimas, desviando o foco dos fatos que precisavam ser analisados.

Cronologia dos acontecimentos

Julho de 2008

Pouco antes das eleições do Condomínio, o Sr. Toni Duarte, que sempre exerceu forte influência sobre parte da comunidade, fez campanha aberta para um condômino inadimplente, o Sr. Hugo Lima, cuja chapa foi impugnada.

Veja aqui o Informe Mirante de julho de 2008.

Outubro de 2008

A chapa de Alexandre e Oscar, vencedora das eleições, passou a receber críticas do Sr. Toni Duarte por meio do Informe Mirante de outubro de 2008.

Veja aqui o Informe Mirante de outubro de 2008.

Janeiro de 2009

As críticas do Sr. Toni Duarte ao síndico tornaram-se mais acirradas. Em seu tabloide Informe Mirante, ele chegou a afirmar que havia “desmazelo na administração”.

Veja aqui o Informe Mirante de janeiro de 2009.

Março de 2009

Houve novo ataque do Sr. Toni Duarte ao subsíndico e ao síndico, em razão do apoio à AETOR — Associação dos Empreendedores do Tororó, entidade que, segundo o relato original, teve papel importante na regularização do Condomínio Parque do Mirante e de outros condomínios da região.

Veja aqui o Informe Mirante de março de 2009.

Maio de 2009

As críticas do Sr. Toni Duarte, segundo minha percepção, abalaram psicologicamente o síndico Alexandre Luiz Rodrigues Alves. Em maio de 2009, Alexandre me enviou um e-mail dizendo que queria renunciar, que eu era seu melhor amigo e que não aguentava mais tanta pressão.

Na minha visão, o Sr. Toni Duarte contava com um grupo de pessoas que acreditava em suas palavras e ajudava a ampliar seus argumentos dentro da comunidade.

Muitos pareciam ter receio da influência de Toni Duarte.

Veja aqui o e-mail que Alexandre me enviou em maio de 2009.

Janeiro de 2010

Após a divulgação, em todo o Condomínio, do caso envolvendo o Lote 159, o Sr. Toni Duarte, que havia renunciado ao Conselho Fiscal e não comparecia às assembleias, passou a tomar partido de Alexandre, a quem antes combatia, e de Edna.

Além dos comentários internos, continuou o ataque contra minha pessoa por meio do Informe Mirante. Segundo minha visão, o discurso passou a ser o de que eu queria tomar o poder e ser síndico, desviando a atenção da análise do negócio envolvendo o Lote 159.

Veja aqui o Informe Mirante de janeiro de 2010.

No meio de toda essa situação, a condômina Sonilde, que não é médica, informou aos condôminos que o síndico Alexandre Luiz Rodrigues Alves estaria doente de esclerose múltipla.

No entanto, segundo o relato original, o síndico não apresentou documento que comprovasse que estava impossibilitado de exercer suas funções, e continuava entrando e saindo do Condomínio dirigindo normalmente.

Alexandre queria renunciar. Porém, apesar de o Conselho de Administração ser formado por cinco membros titulares e três suplentes, totalizando oito pessoas, ele propôs destituir todo o Conselho e criar um mandato tampão de quatro meses até as próximas eleições.

Na minha visão, Alexandre não queria que eu assumisse, pois eu iria rever o negócio envolvendo o Lote 159. Os conselheiros Paulo Gabeto, Bene, Juarez e Ione Adriana, segundo minha percepção, acabaram concordando com a proposta diante da influência de Toni Duarte sobre parte da comunidade.

Veja aqui o Edital de Convocação de março de 2010.

A administração posterior

O fato é que assumiu a administração do Condomínio o Sr. Eden Coelho Morata, sem que houvesse, segundo o relato original, pesquisa prévia sobre sua situação financeira, conforme previa a Convenção do Condomínio.

Também não foram apresentadas as certidões que nós tivemos que apresentar quando formalizamos nossa chapa para participar das eleições.

Depois do caso do Lote 159, fiz o possível para que Alexandre não gastasse nada além do necessário das reservas financeiras do Condomínio. Ele precisava da minha assinatura nos cheques, e eu só assinava aquilo que considerava estritamente necessário.

Segundo certidão distribuída anonimamente por um condômino, o Sr. Eden Coelho Morata teria assumido o Condomínio tendo contra si 13 ações na Justiça.

Veja aqui a certidão de Ações Cíveis de Eden Morata de 14/06/2010.

Na minha visão, o Sr. Eden Morata gastou boa parte das reservas financeiras do Condomínio com obras de valor questionável, como reparos superficiais no asfalto e colocação de placas de ruas.

Ainda assim, parte da comunidade aprovou sua atuação.

Segundo comentários da época, ao deixar a administração do Condomínio, o Sr. Eden Morata já não teria mais nenhuma ação contra ele.

Esse, na visão do autor, foi o resultado dos acontecimentos iniciados com a condução da administração de Alexandre Luiz Rodrigues Alves.